quarta-feira, 3 de junho de 2009

BUDAPESTE

Assisti e não gostei!
*

Budapeste é amarela.
*
Foi assim, com o pensamento em branco,
despojado de amor próprio que engravidei Vanda.

*Única, intacta, intraduzível.
*
Eu acredito em tudo o que você me contar.
Eu vou fazer com que compreendam a sua grandeza.
*
A poesia de verdade desaba por dentro. Como no amor.
*
O resto é silêncio.
*
Dizem que (húngaro) é a única língua que o diabo respeita.
*
Em húngaro, tornei-me poeta.
Podia escrever qualquer coisa.
*
Castiga-me infinitamente.
*
Saudade. Pão de Açúcar. Maracanã. Guanabara.
Avenida. Casa. Saudade. Marimbondo. Adstringência.
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Devia ser proibido debochar
de quem se aventura na língua estrangeira.
*
Por que choras assim, se isso de nada serve?
*
Posso ser um estrangeiro,
mas não maltrato meu idioma como você.
*
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Frases do filme Budapeste, de Walter Carvalho (2009),
baseado no livro homônimo de Chico Buarque.
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Recomendo a leitura do texto: BUDAPESTE,
no blog Caderno Digital, da Andrea.

4 comentários:

eLi disse...

Nossa! Estou em falta com cinema!
Tentarei vê-lo...


ps.:quando puder, dê uma passada no 20 anos Blues e veja um comentário deixado por um colega Ives Nelson em "Quase assalto"!

Beijão!

caderno digital disse...

oi, vanessa! pois é, o lance é ir até budapeste e fazer o nosso próprio filme na cabeça! deu muita vontade de conhecer essa cidade! valeu pela dica do texto!
e, olha, venho sempre aqui, é que ando meio na surdina, e meio sem tempo mesmo!!!
beijo!

Vanessa Dantas disse...

Oi Eli! Vou lá...

Budapeste dever ser o máximo, mesmo e olha que eu nem gosto de amarelo... Apareça sempre!

Beijo pros dois.

Rodrigo disse...

Chato pacas!!!!